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Capitão da PM de SP é Detido na Operação Tai-Pan: Suspeito de Envolvimento com Fintechs do Crime Organizado

O capitão Diogo Costa Cangerana, da Polícia Militar de São Paulo, foi detido nesta terça-feira, 26, pela Polícia Federal durante a Operação Tai-Pan, que visa desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo três fintechs, que teriam movimentado R$ 6 bilhões nos últimos cinco anos em benefício de organizações criminosas.

Cangerana, que atuou como assessor do governador Tarcísio de Freitas até 3 de setembro, foi transferido posteriormente para o 13.º Batalhão, responsável pelo patrulhamento da Cracolândia. Ele ocupava o cargo de chefe da Divisão de Segurança de Dignatários na Casa Militar desde junho de 2022.

A assessoria do governador informou que Cangerana ingressou na Casa Militar em abril de 2012 e que, durante seu tempo no órgão, não houve notificações sobre investigações em seu desfavor. A Corregedoria da PM está acompanhando a operação e se colocou à disposição da PF para colaborar.

A defesa do oficial não foi localizada, e a PM não se pronunciou oficialmente sobre a prisão. Segundo as investigações, Cangerana é suspeito de ser um dos responsáveis pela abertura de contas nas fintechs, integrando um "sistema financeiro do crime". As transações sob investigação somam R$ 120 bilhões, com o líder do grupo movimentando R$ 800 milhões apenas em 2024.

Entre as fintechs investigadas está a 2 Go Bank, mencionada por Antonio Vinícius Lopes Gritzbach, delator do PCC. Gritzbach foi assassinado em 8 de novembro de 2024, após relatar atividades ilícitas ao Corregedoria da Polícia Civil.

Cangerana, parte de uma família tradicional de policiais, acompanhou o governador em viagens a Portugal e Balneário Camboriú e recebeu a medalha Valor Militar em janeiro deste ano, em reconhecimento aos seus serviços. A PF apreendeu R$ 311 mil em espécie durante a operação, que envolveu 200 agentes e 16 prisões, além de investigações sobre crimes financeiros e organização criminosa.

A operação também resultou na prisão de Cyllas Elia, ex-investigador da Polícia Civil e fundador da 2 Go Bank, que estava afastado para se dedicar aos negócios. A fintech tinha planos significativos de investimento em clubes de futebol, incluindo uma proposta de R$ 100 milhões para o Corinthians.

As investigações seguem, com a expectativa de desvelar mais detalhes sobre as conexões entre as fintechs e o crime organizado.

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Nota da redação: A prisão decorrente de fatos que ensejam um maior juízo de valores,  não representa ou significa que o réu é culpado:, O inciso LVII do artigo 5º, promulgado pela Constituição Federal de 1988, define que: Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Ele consagra o princípio da presunção de inocência, também conhecido por “princípio da não culpabilidade”.

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