O traficante Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão”, que é apontado como o número um do PCC (Primeiro Comando da Capital) em liberdade, vive há mais de 10 anos uma vida de luxo na Bolívia! A reportagem do Fantástico teve acesso a documentos que mostram que ele mora em mansões e é protegido pela corrupção local, enquanto as autoridades brasileiras enfrentam dificuldades para capturá-lo!
Luxo e Poder: O Império de “Mijão”!

Sérgio Luiz de Freitas Filho, que usa uma identidade falsa (Sérgio Noronha Filho), vive em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em condomínios fechados e com segurança reforçada.
- Mansões Milionárias: O Fantástico teve acesso a documentos que mostram que Sérgio já morou em pelo menos seis mansões na cidade, com aluguel mensal de quase R$ 30 mil! Em uma delas, havia quadra de tênis, campo de futebol, três piscinas e um lago!
- “Burocrata” do Tráfico: Segundo o promotor Lincoln Gakiya, o traficante foi enviado à Bolívia por outro líder do PCC, Gegê do Mangue, para fiscalizar o envio de pasta base de cocaína ao Brasil. “Ele foi crescendo dentro da organização”, afirmou Gakiya.
- Dinheiro Ilegal: Documentos obtidos pela reportagem mostram que, entre 2018 e 2019, o núcleo do PCC ligado a Sérgio movimentou mais de R$ 1 bilhão! E ele foi visto em bares e restaurantes, sem ser incomodado pelas autoridades bolivianas.
Bolívia: Um Refúgio para os Chefes do PCC!

A cidade boliviana de Santa Cruz de La Sierra se tornou um verdadeiro refúgio para outros líderes do PCC, como Gegê do Mangue, Fuminho, André do Rap e Tuta.
- Corrupção: O jornalista investigativo Guider Arancibia, que vive sob ameaça de morte na Bolívia, denuncia a presença de empresários camuflados que, segundo ele, são “lobos ferozes do narcotráfico internacional”. "Aqui, com dinheiro, você fica impune. Compra juiz, promotor, compra tudo”, disse o fotógrafo Ditter Morales.
- Conexão Brasil-Bolívia: O caso do traficante Tuta, que foi capturado em maio deste ano em Santa Cruz ao tentar renovar um documento falso, revelou uma rede de corrupção que protegia os criminosos. O major Gabriel Solis, policial boliviano que trabalhava como segurança de Tuta, também foi preso!
A história de "Mijão" é um retrato cruel da falência das instituições bolivianas e da corrupção que protege os criminosos. A Polícia Federal do Brasil afirma que tem tido cooperação com a Bolívia, mas a reportagem mostra que, na prática, a corrupção local tem impedido a captura de um dos traficantes mais procurados do Brasil.
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