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ALÍVIO para a MENTE: Saúde mental pode ser a chave para tratar a dor crônica, diz pesquisa!

Uma pesquisa realizada por especialistas da USP e de outras instituições sugere que o tratamento da dor crônica pode se tornar muito mais efetivo se os médicos passarem a olhar para a saúde mental do paciente! O estudo, que define dez recomendações para a condução de casos de dor crônica refratária (aquela que não responde aos tratamentos), alerta que, se fatores emocionais não forem abordados, os pacientes podem não melhorar nunca, mesmo com as terapias mais modernas e caras!


A Dor Não é Apenas Física: O Papel da Mente e do Medo!

A dor crônica não oncológica (DCNO) é aquela que dura mais de três meses e não tem relação com o câncer. Segundo a pesquisa, a maioria dos tratamentos de DCNO se concentra apenas em fatores físicos, deixando de lado a saúde mental e a relação médico-paciente.

  • O Medo da Dor: Para o psiquiatra João Solano, primeiro autor do trabalho, a dor é uma "experiência sensorial e emocional desagradável" e, muitas vezes, o que o paciente mais teme não é o dano real, mas "aquilo que ele imagina que seja perigoso ao seu próprio corpo". Essa fantasia pode piorar o quadro de dor crônica.
  • Fatores Não Orgânicos: A pesquisa sugere que os quadros de dor crônica podem ter sua origem em fatores não orgânicos, ligados com a vida psíquica ou a vida psicossocial do paciente. E se essas vertentes da dor não forem exploradas, o risco de cronificação é ainda maior!

Do Diálogo à Intervenção: 10 Recomendações para os Médicos!

As sugestões do estudo, que foram baseadas em uma revisão de 14 artigos científicos, incluem:

  • Ouvir o Paciente: O médico deve ouvir a história completa do caso e não se restringir a perguntas sobre a dor física.
  • Revisar Medicamentos: É fundamental revisar os medicamentos usados e saber se o paciente está usando as medicações corretamente.
  • Avaliação Psicológica: Indicar o paciente para uma avaliação psicológica e psiquiátrica antes de qualquer intervenção invasiva.
  • Boa Comunicação: A comunicação entre a equipe de médicos deve ser transparente e honesta para evitar um "ciclo vicioso" de insatisfação.

 


A pesquisa alerta que, ao focar apenas nas causas físicas da dor, os médicos podem estar perdendo a oportunidade de "descobrir o que precisa ser descoberto a respeito da dor daquele paciente".


 

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