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‘SER PATOLOGIZADO É VISTO COMO BOM’! Especialista de Harvard alerta: Redes sociais ensinam jovens a definir identidade por REMÉDIOS e DIAGNÓSTICOS!

A saúde mental da juventude está sob ataque, e a crise vai além da depressão e da ansiedade! O jornalista e autor Robert Whitaker (que cobre temas de psiquiatria há três décadas e esteve no Brasil para seminário na Fiocruz) alerta que as redes sociais estão transmitindo e difundindo a ideia de que “os jovens devem se ver através das lentes dos diagnósticos”! Essa “lente patologizante” é um problema grave, pois o diagnóstico se torna, lentamente, a identidade do jovem, definindo seu futuro e sua resposta a momentos difíceis!


O Triângulo da Crise: Indústria, Psiquiatria e Redes Sociais!

Whitaker, autor do best-seller “Anatomia de uma Epidemia”, afirma que o aumento rápido dos diagnósticos e do uso de medicamentos antidepressivos no Brasil e no mundo não é um consenso, mas o resultado de um triângulo de interesses:

  1. Indústria Farmacêutica: Quer vender seus produtos e investe na narrativa de que as drogas psiquiátricas melhoram a qualidade de vida.
  2. Psiquiatria Tradicional (Guilda): Resiste à mudança de perspectiva, pois, nos Estados Unidos, o que esses profissionais fazem é basicamente prescrever medicamentos. Se disserem que os fármacos podem fazer mal, sua profissão não faz sentido!
  3. Redes Sociais: Difundem a ideia de que o diagnóstico é cool! “Nos Estados Unidos, essa narrativa também chegou, principalmente através das redes sociais. Os jovens dizem que querem um diagnóstico de ansiedade, depressão, TDAH, autismo… Nas redes sociais, ser patologizado é visto como algo bom!”

A Revolução da Fiocruz: Brasil no Centro da Contranarrativa!

Apesar da piora global nos problemas de saúde pública, Whitaker vê o Brasil no centro de uma possível “revolução” no modo de pensar as drogas psiquiátricas.

  • O Peso da Fiocruz: A Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz), ao organizar o 9º Seminário Internacional A Epidemia das Drogas Psiquiátricas, cumpre um papel fundamental. "Não existe algo parecido nos Estados Unidos ou nos países da Europa", e a Fiocruz ajuda a fortalecer essa "contra-narrativa"!
  • Mudança de Protocolo: Whitaker defende: “Se o governo brasileiro ou a Fiocruz desenvolvessem novos protocolos sobre o uso de drogas psiquiátricas, isso seria algo grande. Uma mudança no Brasil impactaria a América Latina e, possivelmente, o mundo.” A Fiocruz pode construir um novo paradigma que enfrente essa visão medicalizante.

A luta do movimento antimanicomial e da reforma psiquiátrica propõe que é possível desmedicalizar a saúde mental, oferecendo alternativas a partir da arte, cultura, trabalho, renda e esporte! A narrativa está mudando, e o Brasil tem o potencial de ser o líder dessa transformação.


 

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