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ALERTA NO BOLSO: Dólar dispara e Petrobras anuncia novo reajuste nos combustíveis em 2026

O início de 2026 trouxe um duplo impacto no bolso do brasileiro: o dólar comercial fechou a semana em torno de R$ 5,37 a R$ 5,39 (alta acumulada de cerca de 0,08% no dia 12/01 e oscilações acima de R$ 5,40 em alguns momentos), enquanto a Petrobras enfrenta forte pressão para reajustar os preços da gasolina e do diesel. A combinação de câmbio elevado, defasagem interna em relação ao mercado internacional e o recente aumento do ICMS estadual (em vigor desde 1º de janeiro) acende alerta vermelho para o consumidor, que já sente o impacto na bomba e na inflação geral.

O Dólar em Alta: Fatores que Pressionam

A cotação do dólar comercial atingiu picos próximos de R$ 5,40 nos primeiros dias de janeiro, influenciada por:

  • Tensões geopolíticas internacionais (conflito no Oriente Médio e instabilidade na Venezuela).
  • Fluxo de capital para ativos de risco nos EUA.
  • Expectativas de política monetária mais restritiva no Brasil.

O dólar alto encarece diretamente as importações de combustíveis refinados (o Brasil ainda importa parte do diesel e da gasolina que consome), ampliando a defasagem entre os preços internos da Petrobras e o mercado externo. Segundo a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), em 7 de janeiro de 2026:

  • Gasolina estava 13% acima da paridade de importação.
  • Diesel apresentava defasagem de 5% a 16%, dependendo da região.

Isso abre “janelas de importação” que pressionam a estatal a reajustar para evitar perda de mercado para importadores privados.

Petrobras: Pressão por Reajuste, mas Sem Anúncio Oficial

A Petrobras não anunciou reajuste nos preços dos combustíveis nos primeiros dias de 2026. No entanto:

  • A política de preços da estatal segue a paridade de importação (PPI) com defasagem controlada, mas o dólar alto e o petróleo Brent (acima de US$ 70/barril em alguns momentos) aumentam a necessidade de correção.
  • Analistas do Citi (dezembro de 2025) previram que a Petrobras poderia reduzir preços no início de 2026 para mitigar o impacto do aumento do ICMS, mas o câmbio elevado mudou o cenário.
  • A Abicom e o mercado esperam reajuste para cima na gasolina (até R$ 0,34/L) e no diesel (até R$ 0,17/L) para alinhar com o exterior.

A estatal tem mantido estabilidade desde outubro de 2025 (redução na gasolina), mas o dólar alto e a defasagem crescente tornam difícil segurar os preços por muito tempo sem prejuízo.

ICMS Atualizado: Aumento Fixo Já em Vigor

Desde 1º de janeiro de 2026, entrou em vigor o reajuste anual das alíquotas ad rem do ICMS sobre combustíveis (fixo por litro), aprovado pelo Confaz em 2025:

  • Gasolina: de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro (+R$ 0,10 ou +6,8%).
  • Diesel: de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro (+R$ 0,05 ou +4,4%).
  • GLP (gás de cozinha): atualização para R$ 1,47/kg.

O aumento é repassado diretamente ao consumidor final, independentemente de movimento da Petrobras. A Fecombustíveis alertou que o reajuste pode elevar o preço da gasolina em cerca de R$ 0,10/L e do diesel em R$ 0,05/L, com impacto em frete, alimentos e inflação geral.

Preocupação com Inflação e Mobilidade

A combinação de dólar alto + ICMS atualizado + possível reajuste da Petrobras já reflete nos postos: em algumas regiões, a gasolina comum ultrapassou R$ 6,70/L no início de janeiro, contra médias de R$ 6,30–6,50 no final de 2025. Entidades como Fecombustíveis e Brasilcom destacam que o impacto será sentido em toda a economia (frete, transporte público, alimentos).

Nas redes sociais e na imprensa, o tema gerou indignação: “Dólar alto, ICMS maior e Petrobras pressionada — 2026 começa pesado no bolso”, resumiu um usuário. Analistas preveem inflação de combustíveis acima da média geral em janeiro/fevereiro, pressionando o IPCA e a política monetária do Banco Central.

  • Dólar comercial oscila entre R$ 5,37 e R$ 5,39 (fechamento 12/01).
  • Petrobras não anunciou reajuste oficial, mas mantém monitoramento diário da paridade.
  • ICMS já reajustado desde 1º/01 gera alta imediata de R$ 0,05–0,10/L.
  • Mercado espera movimento da estatal nos próximos dias/semanas para evitar maior defasagem.

O “alerta no bolso” está aceso: com dólar pressionando importações e impostos estaduais subindo, o consumidor brasileiro sente o impacto direto na bomba e na inflação. O Jornal 25News acompanha os próximos anúncios da Petrobras e a evolução do câmbio neste início de ano que promete ser caro para quem depende de combustível.

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