️ Rússia aceita apenas parte do plano dos EUA para a Ucrânia; reuniões seguem em Moscou e Bruxelas pode ser o próximo palco das negociações
A movimentação diplomática em torno da guerra entre Rússia e Ucrânia ganhou força nas últimas horas. Reuniões no Kremlin, falas oficiais de Kiev, articulações na Europa e sinais divergentes dos Estados Unidos mostram que o tabuleiro político internacional está em plena mudança.
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Terça-Feira, 02 de Dezembro de 2025
Jornal25News – Independente
Por Konstantino – Internacional / Conflitos Globais
A seguir, o resumo objetivo do que ocorreu e do que está em jogo.
✔️ 1. O QUE REALMENTE ACONTECEU?
Uma delegação americana se reuniu com o presidente russo Vladimir Putin no Kremlin, em Moscou, para apresentar o plano dos EUA para pôr fim à guerra na Ucrânia.
Após a reunião, a Rússia afirmou que:
- aceita apenas parte do plano,
- considera alguns pontos inaceitáveis,
- e está disposta a continuar negociando.
Não houve acordo final, mas houve avanço diplomático.
️ 2. QUEM PARTICIPOU DA REUNIÃO?
✔️ Lado dos EUA:
- Steve Witkoff, enviado especial.
- Jared Kushner, conselheiro informal e genro do presidente Donald Trump.
✔️ Lado da Rússia:
- Vladimir Putin, presidente.
- Yuri Ushakov, conselheiro diplomático.
3. QUAL ERA O OBJETIVO?
O encontro buscou:
- apresentar oficialmente o plano americano;
- pressionar Moscou para aceitar um cessar-fogo;
- iniciar um caminho de solução negociada para a guerra;
- avaliar os termos que a Rússia aceitaria ou rejeitaria.
4. O QUE FOI DISCUTIDO?
Os temas centrais foram:
- segurança das áreas ocupadas pela Rússia;
- possíveis retiradas militares;
- garantias internacionais para Kiev;
- sanções econômicas;
- condições territoriais para um acordo.
A Rússia recusou partes essenciais relacionadas a território e soberania.
⚠️ 5. SITUAÇÃO PARALELA NA UCRÂNIA
Enquanto Moscou negociava, Kiev anunciou:
- melhora significativa na situação militar de Kupiansk;
- avanço tático dentro da cidade;
- bloqueio de rotas de infiltração de forças russas.
Ou seja: negociação diplomática combinada com movimento militar no campo de batalha.
6. ITÁLIA ALERTA PARA LIMITES DA GUERRA
O ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, afirmou que:
- “a Ucrânia não pode mais tolerar anos de guerra”;
- mais de 700 mil ucranianos morreram;
- a paz precisa ser buscada urgentemente;
- “o único que impediu até agora é Putin”.
7. ZELENSKY TEME PERDA DE INTERESSE DOS EUA
O presidente ucraniano afirmou que:
- teme que os EUA percam o interesse nas negociações;
- acredita que a Rússia tenta justamente provocar esse desgaste;
- considera o ritmo atual das conversas “rápido, porém frágil”.
8. NEGOCIAÇÃO EM BRUXELAS PODE ACONTECER AMANHÃ
Segundo fonte ucraniana:
- uma reunião entre Kiev e a delegação americana poderá ocorrer em Bruxelas;
- ainda não há confirmação formal;
- a Ucrânia está pronta para participar se o encontro for aprovado.
9. O QUE ESPERAR A PARTIR DE AGORA?
Com base nos fatos e nas declarações:
Cenário provável:
- Negociações devem continuar, mas sem perspectiva de acordo imediato.
Riscos:
- Rússia pode usar o processo de diálogo para ganhar tempo militar.
- EUA podem reduzir sua prioridade no conflito.
- Europa está dividida sobre o ritmo e o formato da paz.
Sinal positivo:
- Pela primeira vez, Moscou admite publicamente aceitar parte do plano americano.
Isso abre uma brecha diplomática — pequena, mas real.
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