Localizado no litoral brasileiro, o maior cajueiro do mundo produz 2,5 toneladas de frutos por safra e ocupa uma área equivalente a um estádio de futebol.
Centro Histórico da Cidade de SP.
O que parece uma floresta inteira à primeira vista é, na verdade, uma única árvore. O Cajueiro de Pirangi, localizado no Rio Grande do Norte, mantém em 2026 seu status de fenômeno botânico global. Com um perímetro que alcança a marca de 500 metros e uma copa que se estende por quase 9.000 metros quadrados, a planta é oficialmente reconhecida pelo Guinness World Records como a maior árvore frutífera do mundo.
O segredo por trás dessa magnitude não está na altura — a árvore é relativamente baixa —, mas em uma anomalia genética rara. Seus galhos, em vez de crescerem apenas para cima, inclinam-se para os lados. Ao tocarem o solo devido ao peso, eles criam novas raízes, transformando-se em novos troncos que continuam a expansão lateral de forma ininterrupta.
A árvore que caminha: Diferente de um cajueiro comum, que vive cerca de 50 anos, o gigante de Pirangi já ultrapassou os 135 anos de existência. Especialistas do IDEMA (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente) explicam que esse processo de "enraizamento lateral" permite que a árvore se renove constantemente, acessando novos nutrientes no solo conforme se expande.
Números que Impressionam (Dados Oficiais 2026):
- Extensão da Copa: Aproximadamente 8.500 a 9.150 m² (o equivalente a 70 cajueiros normais).
- Perímetro Total: Cerca de 500 metros de caminhada para contornar a estrutura.
- Produção Anual: Entre 70 mil e 80 mil cajus por safra (2,5 toneladas de fruta).
- Visitação: Mais de 350 mil turistas por ano exploram suas passarelas suspensas.
A Disputa dos Gigantes: RN vs Piauí, embora o título oficial do Guinness ainda pertença ao exemplar potiguar, o estado do Piauí reivindica o recorde com o chamado "Cajueiro-Rei", no município de Cajueiro da Praia. Estudos recentes de universidades piauienses apontam que a árvore vizinha pode ter atingido 8.800 m² de área, gerando uma disputa saudável que impulsiona o turismo científico no Nordeste brasileiro. Ambas as árvores são monitoradas por satélite para aferição precisa de seus crescimentos anuais.
Preservação e Justiça em 2026: Neste ano, o debate sobre a poda da árvore ganhou novos capítulos. Devido ao avanço dos galhos sobre ruas e residências vizinhas, a Justiça determinou intervenções de manejo fitossanitário. O desafio das autoridades é equilibrar a mobilidade urbana com a preservação de um Patrimônio Natural que já é considerado uma Unidade de Conservação Estadual.
A Lição do Gigante: Em um tempo de conexões efêmeras e pressa, o cajueiro nos ensina sobre resiliência e ocupação de espaço. Ele não cresce sozinho; ele se apoia na própria terra para dar o próximo passo. Visitar esse monumento é entender que a natureza não tem pressa para ser grandiosa, mas tem uma persistência que vence os séculos.
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