Governo usa bilhões para "segurar" preço da bomba, mas medida sufoca o combustível verde e ameaça o emprego no campo; entenda a conta.
Centro Histórico da Cidade de SP, 14 de maio de 2026.
Não se engane com o alívio passageiro na hora de abastecer. O que parece uma ajuda do governo para segurar a inflação é, na verdade, uma bomba relógio armada no motor da nossa economia.
Com a edição da MPV 1358/2026, o governo federal decidiu abrir o cofre para pagar subsídios a produtores e importadores de gasolina e diesel.
A desculpa? O conflito no Oriente Médio que fez o petróleo disparar. Mas a conta é amarga: ao baratear "na canetada" o combustível fóssil, o governo tira a competitividade do nosso etanol, que já viu o preço cair 22,4% no último mês em São Paulo e ainda assim luta para sobreviver nas bombas.
A ENGRENAGEM DA MANOBRA: A jogada política funciona assim: o governo vai usar o seu dinheiro, o imposto que você paga, para indenizar as empresas de petróleo pelo desconto que elas derem no PIS/Pasep, na COFINS e na Cide.
É a famosa subvenção econômica. O Congresso Nacional tem até o dia 11 de julho para decidir se essa "mágica" continua. Enquanto isso, o produtor de cana-de-açúcar do interior paulista fica de mãos atadas.
Se a gasolina baixa artificialmente, o etanol precisa baixar ainda mais para valer a pena, destruindo o lucro de quem produz o combustível que menos polui. É a economia andando de ré em nome de um anúncio bonito na TV.
VOZES DO POSTO E DO CAMPO: Especialistas do setor, alertam que essa medida é um "remédio que vicia". Ao intervir no mercado para segurar o impacto das guerras lá fora, o governo cria uma bolha.
"Estamos queimando dinheiro público para incentivar o uso de gasolina, enquanto o etanol, que é o nosso orgulho nacional, é jogado para escanteio", afirmam analistas do setor sucroenergético.
Para o motorista, a dúvida é cruel: aproveitar o desconto agora e pagar a conta depois com o aumento do rombo nas contas públicas, ou manter a fidelidade ao álcool mesmo com a margem de lucro dos postos apertada?

DADOS OFICIAIS:
- Queda do Etanol: 22,4% de redução acumulada em 30 dias (Estado de SP).
- Instrumento Legal: MPV 1358/2026 (Análise no Congresso até 11/07).
- Mecanismo: Subvenção direta para abater PIS/COFINS e Cide da gasolina e diesel.
- Causa Externa: Escalada de preços devido aos conflitos no Oriente Médio.
O RIGOR DA ECONOMIA REAL: O povo não pode pagar o pato pelas crises internacionais, mas também não aceitamos maquiagem de preços que prejudica a nossa indústria nacional. Baratear a gasolina usando dinheiro público é tirar de um bolso para colocar no outro, enquanto se castiga o produtor de etanol.
O rigor na gestão do país exige soluções definitivas, como a redução real de impostos e não apenas "bolsas-combustível" temporárias. O meio ambiente e o trabalhador do campo não podem ser as vítimas dessa corrida eleitoreira pelos preços baixos.
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você prefere um desconto imediato na gasolina pago com o dinheiro dos seus próprios impostos, ou um mercado livre onde o etanol possa competir de igual para igual e gerar mais empregos aqui no Brasil?
Clique aqui para se inscrever no Canal 25NEWS-BRAZIL e no Jornal https://jornal25news.com.br/ e não perca nenhum detalhe!
TV JORNAL25NEWS




