Glauber Mota, que foi cliente da Revolut em 2017 e participou do processo de benchmarking (análise de concorrência) do BTG Pactual com a fintech, agora lidera a operação brasileira.
- Revolut é Banco: Mota afirma que, apesar de ser conhecida como fintech por ser mais "descolada", a Revolut, que já é banco em cerca de 30 países, tem como objetivo se tornar banco em todos os países. "A gente não está brincando, a gente é sério. Não queremos nos posicionar como uma alternativa não bancária. Somos banco e vamos ser banco", disse ele.
- O Privilégio do Brasil: O Brasil é visto como o “mercado mais quente do mundo” para as grandes fintechs por ter 200 milhões de habitantes com mercado provado para o mundo digital. Mota diz que o brasileiro ainda usa mais de seis aplicativos para questões financeiras, e a Revolut tem a capacidade de fazer tudo em um lugar só!
- Pix como Referência: O Brasil é uma referência mundial em infraestrutura de pagamentos instantâneos! Mota viaja pelo mundo e sempre fala de Brasil e de Pix. Ele afirma que a Revolut já faz uma proxy (algo semelhante) do Pix para seus clientes e que a transação entre moedas diferentes dentro da Revolut funciona de forma instantânea, 24 por 7, sem custo!
Volatilidade Regulatória e Segurança!

Apesar de ser fã da tecnologia brasileira, Mota criticou a volatilidade regulatória do país, que é a mudança de regras da noite para o dia.
- O Sustento da Crise: Mota lembrou da turbulência com a mudança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e disse que teve de acordar pessoas ao redor do mundo, dizendo que era preciso mudar as regras do jogo e, à meia-noite, estar prontos. Ele diz que essa volatilidade regulatória "é uma característica que só o Brasil tem, não vi, não tive essa experiência em outros lugares do mundo."
- Segurança: A Revolut, no entanto, é regulada em todas as instituições nos mais altos padrões de segurança e compliance (cumprimento de regras). Mota afirma que a Revolut optou por não contratar infraestrutura de terceiros (que foram atacadas por hackers, como aconteceu em outras fintechs), o que garante mais segurança para o cliente.
A Revolut planeja concluir os lançamentos do produto pessoa física neste ano, e em 2026, o foco será em produtos para empresas, que vêm crescendo muito no mundo. A chegada da Revolut ao Brasil não é apenas sobre o mercado financeiro, é sobre o Brasil se consolidando como uma potência global em inovação!
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