🚨 EXCLUSIVO: A 25 DE MARÇO SOB ATAQUE – O SILÊNCIO DAS AUTORIDADES E O GRITO DOS COMERCIANTES 🚨
Por trás das vitrines e do vaivém frenético de sacolas, um terror silencioso se alastra pelas ruas mais movimentadas do comércio brasileiro. A região da 25 de Março, coração pulsante do consumo popular em São Paulo, virou palco de uma rotina criminosa que desafia a lógica e escancara a ausência do poder público.

“Turma da bicicleta” — é assim que comerciantes e vítimas se referem ao grupo de marginais que, todos os dias, circula entre a Avenida Senador Queiróz e a Avenida Prestes Maia, até a passarela das noivas, à caça de vítimas. O alvo? Turistas, lojistas, idosos e, principalmente, imigrantes asiáticos. O método? Rápido, certeiro e impune.
Neste sábado, 28 de junho, o roteiro se repetiu. Segundo o comerciante Francisco, dois turistas chineses foram atacados e tiveram seus celulares levados. Horas depois, por volta das 17h, outra vítima caiu nas garras do bando. Correntes, anéis, celulares — tudo levado em segundos. “Eles escolhem a dedo. Sabem quem está distraído, quem é mais vulnerável. E somem como fumaça”, relata Francisco, indignado.
📉 Números alarmantes: Em 2025, a 1º SECCIONAL DA POLÍCIA, que abrange a região da 25 de Março e Praça da Sé registrou 20.288 furtos, até agora, contra 18.304 do ano de 2024. Se levarmos em conta que ainda estamos em junho, os dados são alarmantes. E mesmo com promessas de reforço policial, a sensação nas ruas é de abandono. “A polícia aparece, mas não fica. E eles voltam. Sempre voltam”, desabafa uma lojista que preferiu não se identificar.

👮♂️ E o poder público? A resposta tem sido morna. Apesar de operações pontuais e prisões esporádicas, os criminosos continuam agindo com ousadia. A população clama por ações permanentes, por policiamento ostensivo, por justiça. Mas o que se vê é um jogo de empurra entre esferas do governo.
🗣️ O grito dos invisíveis: Comerciantes, camelôs, entregadores e trabalhadores da região estão cansados. “A gente trabalha duro, paga imposto, e vive com medo. Até quando?”, questiona uma vendedora ambulante.
A 25 de Março está em estado de alerta. Não é mais apenas uma questão de segurança — é uma questão de dignidade. O que falta para que as autoridades acordem? Que a próxima vítima seja manchete de tragédia?
📢 Este é um chamado. Um apelo. Um basta. A 25 de Março pede socorro.
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