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Morre Jaguar, fundador do Pasquim e gênio que revolucionou o humor na imprensa

 


🎭 Morre Jaguar, fundador do Pasquim e gênio que revolucionou o humor na imprensa

Por João Gabriel Marcovicchio – Jornal25News
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Domingo, 24 de Agosto de 2025.


📌 A despedida de um mestre

O Brasil se despede neste domingo (24) de Jaguar – pseudônimo de Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe – aos 93 anos, no Rio de Janeiro. O cartunista foi internado no hospital Copa D’Or com uma infecção respiratória que evoluiu para complicações renais e não resistiu.

Jaguar deixa um legado gigantesco: foi fundador do jornal O Pasquim, lançado em 1969, que se tornou a principal trincheira contra a ditadura militar, reunindo intelectuais, artistas e jornalistas em torno da sátira, da liberdade de expressão e da crítica política.


✏️ Uma carreira de ousadia

  • Jaguar começou cedo, ainda nos anos 1950, em jornais como O Semanário e revistas como Manchete e Senhor.
  • Ganhou notoriedade nacional ao criar personagens irreverentes, debochados e críticos, como Boris, o Vomitador e O Homem-Tronco, sempre ridicularizando o autoritarismo e os costumes da sociedade brasileira.
  • Produziu cerca de 30 mil charges e cartuns em mais de 70 anos de carreira, desenhando em qualquer papel que tivesse à mão – até em guardanapos de botequim.
  • Foi preso em 1970 pela ditadura, ficando três meses atrás das grades, mas não abandonou a verve crítica.

📚 O homem e a obra

Além de ilustrador e cartunista, Jaguar também foi cronista e editor. Nos anos 2000 lançou o livro “Confesso que Bebi – Memórias de um Amnésico Alcoólico”, título que resume sua ironia sobre si mesmo e sobre a vida.

Foi parceiro de grandes nomes como Millôr Fernandes, Ziraldo, Paulo Francis e Ivan Lessa. Também colaborou para jornais como o Correio da Manhã, O Dia e a própria Folha de S.Paulo, para a qual publicou cartuns até julho deste ano.


🎤 A irreverência que marcou gerações

Jaguar transformou o humor em uma arma contra a censura e o autoritarismo. Seu traço limpo e direto desnudava contradições, desigualdades e ridicularizava poderosos.

Para Millôr, amigo de vida toda, Jaguar era um gênio:

“Para mim, Jaguar é um gênio. Os outros defeitos eu desculpo.”


📌 Legado eterno

Jaguar não foi apenas um cartunista. Ele foi símbolo da resistência cultural e política em um dos períodos mais duros da história brasileira. O Pasquim se tornou referência de irreverência, coragem e criatividade, sendo considerado até hoje um marco da imprensa alternativa.


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