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💣 Faria Lima na mira do MP: fundos milionários com cheiro de PCC

 

💣 Faria Lima na mira do MP: fundos milionários com cheiro de PCC

Ministério Público investiga gestores de investimentos que teriam ajudado a lavar dinheiro da facção. Operação expõe o elo entre o luxo da bolsa e o submundo do crime.

📍Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 15 de Outubro de 2025
✍️ Por Konstantino Ferdinando | Jornal25News – Independente


 

🕵️‍♂️ O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) jogou luz sobre um esquema que mistura gravata, cifrões e facção criminosa. Segundo promotores do Gaeco — Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado —, gestoras de investimento da Faria Lima, como Reag e Altinvest, estariam envolvidas em negócios ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

A bomba veio à tona com a Operação Carbono Oculto, e o que os investigadores descobriram vai muito além da administração de fundos. Segundo o MP, diretores e sócios dessas empresas montaram estruturas jurídicas e financeiras para esconder os verdadeiros donos de fortunas ligadas ao crime organizado.

Em resumo: o dinheiro sujo entrava bonito, circulava entre fundos e empresas “legais”, e saía lavado — com carimbo de grandes gestoras. 💸


🧩 Como o esquema funcionava

Os promotores descobriram que as gestoras criaram empresas de fachada e fundos fantasmas para camuflar ativos e permitir a movimentação de milhões de reais sem levantar suspeita.
Entre os nomes que aparecem nos documentos do MP, estão Walter Martins Ferreira III, Ramon Dantas e Silvano Gersztel, todos ligados à Reag — que teria usado o fundo Mabruk II para comprar usinas de etanol e açúcar controladas pelo grupo do foragido Mohamad Mourad, conhecido no submundo como “Primo”.

O Gaeco afirma que Mourad é o cérebro do esquema: um verdadeiro “CEO do crime”, que montou um império de empresas de fachada para lavar dinheiro do PCC. Entre os negócios: usinas, postos de combustível, distribuidoras e até terminais portuários.

“É um sistema sofisticado de camuflagem financeira. O dinheiro entra por um lado e sai limpo do outro”, afirmou um dos investigadores ao Jornal25News.


💵 Transações suspeitas e bancos na linha de fogo

Os relatórios do Coaf mostraram que o grupo tentou movimentar valores acima de R$ 50 milhões em bancos como Santander e Safra — sem comprovar a origem do dinheiro. Resultado: operações bloqueadas e devolvidas aos “donos”, todos ligados à facção.

Enquanto isso, o fundo Mabruk II seguia ativo, operando como uma espécie de “porta giratória” para dinheiro sem origem clara.


⚠️ Mesmo endereço, múltiplas empresas

Outro ponto que chamou atenção dos promotores foi o compartilhamento de endereços. Diversas empresas de Mourad e da Reag funcionavam na mesma rua de Santana, zona norte de São Paulo.
Essa estratégia é velha conhecida no submundo financeiro: triangulação de notas fiscais, simulação de operações e lavagem de capitais.


🏭 Usina Itajobi: o epicentro do caso

A Usina Itajobi, em Catanduva (SP), virou peça-chave da investigação. Comprada via o fundo Mabruk II, a usina teria sido usada como base para escoar os recursos ilícitos.
Nos papéis, aparece Walter Ferreira III como diretor da empresa e Ramon Dantas como representante da Reag. O MP aponta que ambos atuaram ativamente para dar aparência legal aos negócios da facção.

E o detalhe mais assustador: Ferreira III foi eleito diretor de “compliance e lavagem de dinheiro” da própria Reag — justamente o cargo responsável por evitar crimes financeiros.


⛽ Altinvest também no radar

A investigação também alcançou a Altinvest. O MP afirma que Rogério Garcia Peres, sócio da empresa, teria participado de negócios ligados à facção, como a Rede Sol Fuel, distribuidora de combustíveis e postos em Catanduva e Araçatuba.

Segundo o Gaeco, as empresas do grupo de Mourad e os fundos da Faria Lima formaram uma engrenagem perfeita entre o luxo do mercado financeiro e o subterrâneo do crime organizado.


💬 As gestoras negam envolvimento.
Mas, com milhões girando em contas suspeitas, empresários e advogados sendo citados, e um líder foragido chamado “Primo” no centro do tabuleiro…
O caso promete ser um dos maiores escândalos financeiros e criminais de 2025.


🕵️‍♂️ Konstantino Ferdinando – Especial para o Jornal25News – Independente

A nova série “Crime e Poder” revela como o dinheiro sujo tenta se misturar com o mundo elegante da Faria Lima.


⚖️ Apoio Institucional

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APECC – Associação Paulista de Empreendedores
Shopping Circuito das Compras – O Maior Shopping Popular do Brasil
Calabria – Oportunidades de Negócios
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