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CRIME EM INTERLAGOS: SEGURANÇA PRESO, OMISSÃO DA EMPRESA E INVESTIGAÇÃO APONTA HOMICÍDIO COM CRUELDADE

 


🔎 CRIME EM INTERLAGOS: SEGURANÇA PRESO, OMISSÃO DA EMPRESA E INVESTIGAÇÃO APONTA HOMICÍDIO COM CRUELDADE

DHPP identifica suspeitos pela morte do empresário Adalberto dos Santos Júnior. Nome omitido por empresa de segurança levanta suspeitas de encobrimento. Polícia confirma asfixia e enterro com vítima ainda viva. O Jornal25News traz detalhes inéditos.


🕯️ O crime

O corpo do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, 42 anos, foi encontrado em uma área de mata próxima ao Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, dias após seu desaparecimento durante um evento de motociclismo. Segundo laudos do IML, a vítima sofreu asfixia mecânica (mata-leão) e havia terra nas vias respiratórias, o que indica que foi enterrado ainda com vida.


👥 Quem é o suspeito preso

A Polícia Civil prendeu Leandro T. P., 45 anos, lutador de jiu-jitsu e supervisor da equipe de segurança contratada para o evento. Ele possui antecedentes por furto, ameaça, lesão corporal e associação criminosa. Na residência dele, a polícia apreendeu 21 munições calibre .38, além de celulares e notebooks — todos com os dados apagados, o que levanta suspeita de tentativa de obstrução de provas.


🧩 Como a polícia chegou até ele

  • Lista adulterada: Leandro Thallis teve seu nome omitido pela empresa ESC Fonseccas, contratada para a segurança do evento.
  • Depoimentos: testemunhas protegidas o apontaram como participante direto da agressão.
  • Mandado de busca: o delegado Rogério Thomaz, do DHPP, autorizou diligências que encontraram provas físicas e digitais.
  • Prisão em flagrante: Leandro foi detido por porte ilegal de munição e liberado após pagamento de fiança de R$ 1.800.

🔍 Crimes diretos e indiretos investigados – com base legal

Crimes principais (Código Penal e leis especiais):

  1. Homicídio qualificado – art. 121, §2º, I, III e IV do Código Penal
    Motivo torpe, meio cruel e sem chance de defesa
    Pena: 12 a 30 anos de reclusão
  2. Ocultação de cadáver – art. 211 do Código Penal
    Enterro da vítima para esconder o crime
    Pena: 1 a 3 anos de reclusão, e multa
  3. Porte ilegal de munição – art. 14 da Lei 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento)
    Pena: 1 a 3 anos de detenção, e multa

⚠️ Crimes conexos ou secundários em apuração:

  1. Fraude processual – art. 347 do Código Penal
    Omissão de nomes na lista para induzir erro na investigação
    Pena: 3 meses a 2 anos de detenção, e multa
  2. Obstrução de Justiça – art. 2º, §1º, da Lei 12.850/2013
    Apagamento dos celulares para impedir investigação
    Pena: 3 a 8 anos de reclusão, e multa
  3. Falsidade ideológica – art. 299 do Código Penal
    Entrega de documento com dados falsos (lista de funcionários)
    Pena: 1 a 5 anos de reclusão, e multa
  4. Associação criminosa – art. 288 do Código Penal
    Três ou mais envolvidos no cometimento do crime
    Pena: 1 a 3 anos de reclusão

🧮 Soma potencial das penas máximas (sem concurso formal):

  • Homicídio qualificado: 30 anos
  • Ocultação de cadáver: 3 anos
  • Porte ilegal de munição: 3 anos
  • Fraude processual: 2 anos
  • Obstrução de Justiça: 8 anos
  • Falsidade ideológica: 5 anos
  • Associação criminosa: 3 anos

Total estimado de penas máximas combinadas: até 54 anos de prisão, sem considerar agravantes ou concurso material/continuado.


👥 Quem são os delegados responsáveis

  • Dr. Osvaldo Nico Gonçalves – 45 anos de Polícia Civil, atual Secretário Executivo da SSP-SP. Um dos melhores Delegados da Polícia de SP, com longa experiência. Conhecido por casos de repercussão nacional, apontou tentativa de encobrimento como “gravíssima”.
  • Dr. Rogério Thomaz – Delegado-chefe do DHPP, coordena a investigação técnica com base em perícia, inteligência e provas materiais.

🧠 Motivação provável

As principais hipóteses investigadas:

  • Desentendimento após o empresário tentar acessar uma área restrita.
  • Agressão desproporcional por parte da equipe de segurança.
  • Tentativa de encobrimento do homicídio com ocultação do cadáver e eliminação de provas.

📌 Conclusão parcial

A Polícia Civil acredita que o crime foi cometido por mais de uma pessoa. Quatro mandados de prisão foram expedidos, e a empresa ESC Fonseccas é investigada por fraude processual e omissão dolosa. O caso segue em andamento.


🗣️ Jornal25News – Investigativo e Independente

Esta reportagem é fruto de levantamento rigoroso e contínuo, com base em fontes policiais, jurídicas e jornalísticas. Seguiremos cobrindo, com responsabilidade e independência, todos os desdobramentos deste crime bárbaro com resquícios de crueldade.


📚 Fontes consultadas:


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Credibilidade. Responsabilidade. Transparência. Independência.


 

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