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Bastidores em chamas: confusão após Corinthians x Palmeiras vira caso de polícia

Bastidores em chamas: confusão após Corinthians x Palmeiras vira caso de polícia

Troca de acusações, agressões e registro no Jecrim marcam o pós-jogo do Dérbi

Centro Histórico da Cidade de São Paulo, segunda-feira, 13 de abril de 2026

Por Arianne Marcovicchio | Jornal25News – Independente

Se dentro de campo o empate sem gols já foi tenso, o que aconteceu depois do apito final no clássico entre Corinthians e Palmeiras elevou a situação a outro nível, com cenas de confusão generalizada, denúncias de agressão e até possível desdobramento judicial.

Logo após o apito final, o clima, que já era tenso durante a partida, explodiu fora das quatro linhas. No caminho para os vestiários, houve troca de xingamentos, empurrões e princípio de agressões físicas, o que obrigou a intervenção de seguranças e integrantes das delegações para conter a situação. Em meio ao tumulto, o fluxo de atletas chegou a ser interrompido momentaneamente.

Segundo informações da ESPN Brasil, o caso ganhou contornos ainda mais graves porque há acusações formais de agressão dos dois lados, envolvendo nomes diretamente ligados ao confronto. O atacante Luighi, do Palmeiras, afirma ter sido agredido por um funcionário do Corinthians enquanto se dirigia ao exame antidoping. Diante disso, o jogador procurou o Juizado Especial Criminal (Jecrim) para registrar ocorrência.

Por outro lado, o Corinthians sustenta que também foi vítima na confusão. O clube afirma que o zagueiro Gabriel Paulista e o meia Breno Bidon foram agredidos por pessoas ligadas ao Palmeiras durante o tumulto no túnel. A diretoria corintiana indicou que pretende formalizar denúncia sobre o episódio, o que aumenta ainda mais a tensão entre os rivais.

Com versões completamente opostas, o caso se transformou em um cenário de acusações cruzadas, e a tendência é que imagens das câmeras internas do estádio sejam analisadas para esclarecer o que de fato aconteceu e identificar possíveis responsáveis. A presença de funcionários entre os envolvidos agrava a situação e abre margem para consequências não apenas esportivas, mas também na esfera civil e criminal.

Apesar da gravidade, houve tentativas de minimizar o ocorrido. O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, afirmou que a confusão foi resultado de um clássico muito disputado, classificando o episódio como consequência de “cabeça quente” após o jogo. Ainda assim, nos bastidores, dirigentes tratam o caso com cautela, preocupados com a repercussão e possíveis punições.

O episódio reforça como o Dérbi Paulista segue sendo um dos confrontos mais intensos do futebol brasileiro. Somadas às expulsões e às polêmicas de arbitragem durante a partida, as cenas após o apito final acabaram transformando o clássico em um dos mais conturbados da temporada, com o foco completamente voltado para os bastidores.

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