A voz da Amazônia está ecoando em Hollywood! A líder indígena Juma Xipaia, que foi a primeira mulher a chefiar uma aldeia Xipaya, está em Los Angeles divulgando o documentário "Yanuni" (do qual é protagonista e produtora), enquanto a COP30 acontece em Belém, capital de seu estado natal, o Pará! Em entrevista ao Ecoa, Juma Xipaia revela que entende a importância de estar em Hollywood, pois é um "espaço de resistência que nós também precisamos demarcar e permanecer"!
De Brasília a Hollywood: A Luta pela Causa Indígena!

O documentário Yanuni, dirigido pelo austríaco Richard Ladkani e coproduzido por Leonardo DiCaprio, acompanha a luta de Juma Xipaia pelos direitos dos povos indígenas desde a adolescência no Médio Xingu até as viagens internacionais em busca de apoio.
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Fuga do Exotismo: Juma Xipaia, que foi secretária de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) até abril deste ano, afirma que o cenário do audiovisual está mudando. "As pessoas do audiovisual enxergavam a gente como uma atração, como turismo exótico. Acho que isso vem mudando com o nosso olhar, com a nossa militância, e com a nossa presença", disse a líder indígena.
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Corrida para o Oscar: A presença de Juma em Los Angeles é estratégica. Ela e o diretor estão exibindo o filme para eleitores do Oscar e Globo de Ouro, em uma corrida para entrar na lista final do Oscar 2026. "Nunca imaginei que 'Yanuni' chegaria tão longe. E devagarinho a gente está indo. Quem sabe chegamos à lista final", disse a líder, que também é estudante de medicina da UFPA.
O Dilema da COP30: A Urgência do Chamado!

Juma Xipaia, que não perdeu a primeira semana da COP30 e estará presente nas exibições do filme em Belém, defende sua presença nos EUA: "A COP tem vários objetivos. E nessa luta, a gente se soma. Se eu estivesse lá agora, ninguém estaria aqui"!
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O Chamado no Filme: O documentário é um grito de urgência. No filme, Juma questiona: "Será que estão todos adormecidos? Será que estão nos ouvindo?".
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O Otimismo em Cheque: O documentário tem um momento emocionante onde Juma questiona a própria esperança ao aceitar o cargo no Ministério dos Povos Indígenas, criado pelo Governo Lula: "Será que estamos sendo tolos por sermos otimistas? Será que teremos mesmo poder de mudanças? Eu não sei."
A história de Juma Xipaia é um lembrete poderoso de que a luta pela Amazônia e pelos povos indígenas é global, e que a arte e o cinema são ferramentas cruciais para levar a "mensagem forte de urgência para a humanidade" que ela carrega!
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