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Foragido da Justiça, Policial Civil que era procurado por suspeita de atuação para o PCC se entrega à polícia

Foragido da Justiça, Policial Civil que era procurado por suspeita de atuação para o PCC se entrega à polícia

 

O policial Civil, agente de telecomunicações,  Rogério de Almeida Felício, apelidado como Rogerinho Punisher, que era considerado foragido da justiça por suspeita de atuação para o PCC e suspeito de ter participado da morte do empresário Vinicius Gritzaback, se entregou e foi preso  nesta segunda-feira, em uma delegacia na cidade de Santos.

Ele estava foragido desde a semana passada, após a deflagração da operação Tacitus pela Polícia Federa contra policiais  que foram acusados de corrupção  na delação feita pelo empresário Gritzaback.

 

Escândalo abala a polícia civil: Delegados são afastados por ligação com o PCC

Delegados de alta patente envolvidos com o PCC levantam questionamentos sobre a segurança pública

Dois importantes delegados da Polícia Civil de São Paulo foram afastados de seus cargos nesta semana. Segundo informações, eles são suspeitos de ter ligações com o PCC, uma organização criminosa muito conhecida.

As decisões de afastar os delegados Fabio Pinheiro Lopes e Murilo Fonseca Roque foram tomadas pelo governador Tarcísio de Freitas após novas denúncias. Essas denúncias indicam que os delegados podem ter se envolvido em atividades criminosas junto com o PCC.

O que aconteceu?

A Polícia Federal realizou uma grande operação nesta semana e prendeu vários policiais, incluindo alguns que trabalhavam com os delegados afastados. As investigações começaram após a morte de um empresário que tinha feito denúncias sobre a ligação entre policiais e o crime organizado.

É importante ressaltar que, até o momento, os delegados afastados não foram condenados por nenhum crime. No entanto, as investigações continuam e novas informações podem surgir nos próximos dias.

O que isso significa para a nossa comunidade?

Essa situação é preocupante, pois mostra que o crime organizado pode infiltrar em instituições importantes como a Polícia Civil. É fundamental que as autoridades investiguem a fundo esses casos e punam os culpados.

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Chefe da Corregedoria da Polícia Civil de SP deixa cargo após caso envolvendo sobrinho

Rosemeire Ibañez, tia de Eduardo Monteiro, alegou desgaste após revelações de uso de parentesco para encobrir crimes

Rosemeire Monteiro de Francisco Ibañez, chefe da Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo, solicitou afastamento do cargo após a prisão de seu sobrinho, Eduardo Lopes Monteiro, suspeito de extorquir bens de um delator do PCC e de utilizar a relação familiar para se proteger de investigações. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (20), ocorre em meio ao avanço das apurações da Operação Tacitus.

Fontes ouvidas pela TV Globo apontam que Rosemeire justificou o pedido de afastamento como uma medida diante do desgaste causado pelas acusações envolvendo Eduardo. Até o momento, o cargo segue sem substituto definido.

Relações familiares e denúncias de corrupção
Eduardo Monteiro, detido na última terça-feira (17) em Bragança Paulista, é acusado de colaborar com o Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com a Polícia Federal (PF), ele teria citado seu parentesco com Rosemeire como uma “imunidade” a investigações internas. O delator Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, assassinado durante sua colaboração premiada, afirmou possuir áudios que comprovam a alegação.

Gritzbach também acusou Eduardo de se apropriar de bens como relógios, computadores e dinheiro durante uma operação policial. As investigações revelaram ainda movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada de Eduardo, incluindo depósitos elevados em contas de pouco uso e transações imobiliárias com valores abaixo do mercado. Ele também é apontado como sócio de empresas suspeitas de ocultar bens ilícitos.

Desdobramentos da operação
A Operação Tacitus, conduzida pela Polícia Federal em parceria com o Ministério Público de São Paulo, investiga um esquema de corrupção envolvendo policiais civis, delegados e empresários. As acusações incluem extorsão, manipulação de investigações, venda de proteção a criminosos e lavagem de dinheiro em benefício do PCC.

Na ação, oito pessoas foram presas, incluindo o delegado Fábio Baena, acusado de extorsão junto com Eduardo Monteiro, além de policiais ligados à segurança do cantor Gusttavo Lima. A PF apreendeu dinheiro, armas e outros bens, indicando que o esquema movimentou mais de R$ 100 milhões desde 2018.

Resposta das autoridades
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que Rosemeire se colocou à disposição para assumir outra função e garantiu o afastamento dos delegados envolvidos. A pasta destacou compromisso com a transparência e colaboração nas investigações.

As penas previstas para os investigados podem ultrapassar 30 anos de reclusão, dependendo das responsabilidades individuais apuradas.

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Chefe de investigações acusado de extorsão é sobrinho de líder da Corregedoria

Prisoes e relações familiares levantam questionamentos

Eduardo Lopes Monteiro, chefe de investigações da Polícia Civil de São Paulo, foi detido na última terça-feira (17), em Bragança Paulista, no interior do estado. Ele é acusado de colaborar com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e de usar laços familiares para se proteger de investigações. Monteiro é sobrinho de Rosemeire Monteiro de Francisco Ibañez, chefe da Corregedoria Geral da Polícia Civil, órgão responsável por supervisionar e apurar condutas de policiais.

Conforme informações da Polícia Federal (PF), Monteiro teria citado seu parentesco como uma forma de evitar apurações. O depoimento de Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, delator do PCC assassinado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de Guarulhos, alega que Monteiro se apropriou ilegalmente de bens do delator, incluindo dinheiro, relógios e computadores, durante sua detenção.

Lavagem de dinheiro e movimentações financeiras suspeitas

A investigação também aponta indícios de lavagem de dinheiro por parte de Monteiro, incluindo:

  • Movimentação de valores incompatíveis com sua renda e ocupação profissional;
  • Depósitos em contas com histórico de baixa movimentação;
  • Transações imobiliárias com valores declarados abaixo do mercado.

O suspeito é sócio de duas empresas – MD Construções e Baronesa Motors Ltda. – que podem ter sido usadas para ocultar a origem ilícita de bens e valores. Antes de ingressar na Polícia Civil, Monteiro atuou no 8º Batalhão da Polícia Militar.

Operação conjunta e outras prisões

A prisão de Monteiro integra a Operação Tacitus, conduzida pela PF e pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, oito pessoas foram presas, incluindo quatro policiais civis. Outros 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cidades como São Paulo, Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba.

Entre os presos estão Fábio Baena, ex-delegado acusado de extorsão pelo delator Gritzbach, e outros policiais identificados como Marcelo Ruggeri, Marcelo “Bombom” Marques de Souza, Ademir Pereira Andrade e Ahmed Hassan. Rogério de Almeida Felício, policial civil e também suspeito, segue foragido. Felício também atua como segurança do cantor Gusttavo Lima.

As investigações apontam que o grupo manipulava e vazava investigações policiais, além de vender proteção a criminosos. Também foram registrados desvios relacionados a esquemas de lavagem de dinheiro do PCC, com movimentações que superam R$ 100 milhões desde 2018.

Respostas das autoridades

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo declarou que “a instituição não compactua com desvios de conduta e adotará as medidas necessárias caso irregularidades sejam comprovadas”. A Corregedoria também afirmou que acompanha os desdobramentos e colabora com as investigações.

Os presos foram levados à carceragem da PF em São Paulo, onde passaram por audiências de custódia. Aqueles que tiverem as prisões mantidas serão transferidos para o presídio da Polícia Civil. Os demais responderão em unidades prisionais comuns.

Os advogados de Fábio Baena e Eduardo Monteiro classificaram as prisões como “arbitrárias”, alegando que os fatos investigados já haviam sido arquivados pela Justiça. A defesa de Marcelo Ruggeri declarou que considera a prisão prematura. A reportagem não conseguiu contato com os advogados dos demais presos.

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Policiais de SP são presos em operação por suspeita de ligação com o PCC

Investigação aponta corrupção e venda de proteção a criminosos ligados à facção

Uma operação realizada na manhã desta terça-feira (17) busca prender cinco policiais civis de São Paulo suspeitos de colaborar com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação, batizada de Operação Tacitus, é coordenada pela Polícia Federal (PF) em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público e conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

Até o momento, o delegado Fábio Baena e três policiais civis já foram presos. Baena foi citado pelo empresário Vinícius Gritzbach em delação premiada ao Ministério Público. Gritzbach, que foi assassinado no Aeroporto de Guarulhos em 8 de novembro, havia revelado supostos esquemas de corrupção e colaboração entre agentes da segurança e a facção criminosa.

Manipulação de investigações e lavagem de dinheiro

Segundo as investigações, os suspeitos estariam envolvidos em manipulação e vazamento de informações policiais, venda de proteção a criminosos e corrupção para beneficiar esquemas de lavagem de dinheiro operados pelo PCC. A apuração é resultado do cruzamento de provas obtidas em diversas operações, que incluíram movimentações financeiras suspeitas e depoimentos de colaboradores premiados.

Nesta fase, cerca de 130 agentes cumprem oito mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Bragança, Igaratá e Ubatuba. Durante a operação, joias e armas foram apreendidas.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, e ocultacão de bens, com penas que, somadas, podem chegar a 30 anos de prisão.

Defesa de Baena critica ação

Em nota, a defesa do delegado Fábio Baena e do investigador Eduardo Monteiro classificou as prisões como “arbitrárias” e criticou a condução da operação. Segundo os advogados, os fatos apresentados na investigação já teriam sido arquivados pela Justiça e não haveria elementos novos para justificar as prisões. A defesa também afirmou que não foi permitido ao delegado contatar seus advogados antes da prisão.

“Inadmissível no Brasil se banalizar o direito à liberdade, decretando-se prisão midiática sem contemporaneidade e, o mais grave, por fatos que já foram investigados e arquivados”, diz a nota.

A defesa informou ainda que irá tomar todas as medidas cabíveis para reverter a prisão e contestar a legalidade da ação.

 

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Delegado da Inteligência da Polícia Civil de SP é afastado após apreensão de R$ 400 mil não declarados

José Brandini Júnior é investigado por supostas fraudes em concursos; defesa nega irregularidades

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo apreendeu, na última sexta-feira (20), R$ 400 mil em espécie, entre reais e euros, durante busca em imóveis ligados ao delegado José Brandini Júnior. Ele é chefe da Divisão de Tecnologia da Informação do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) e está sendo investigado por suspeita de fraudar concursos públicos.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Brandini foi afastado do cargo após a Justiça autorizar a medida. A ação integra uma investigação interna para apurar desvios de conduta e práticas ilícitas dentro da corporação. Segundo a SSP, foram encontrados R$ 200 mil e € 30 mil em dinheiro não declarado.

Além de Brandini, outros dois delegados foram afastados na sexta-feira por suspeitas relacionadas a outro caso, envolvendo delações que apontam corrupção policial e conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Defesa do delegado

Os advogados de Brandini, Marcelo Amaral Colpaert Marcochi e Fabio Rabello de Souza, negaram qualquer irregularidade e emitiram nota oficial. Eles afirmaram que os valores apreendidos possuem origem lícita e que a idoneidade do delegado será comprovada ao longo das investigações.

“Recebemos com surpresa o expediente relacionado à busca e apreensão direcionada ao Dr. José Brandini Júnior, originada a partir de denúncia anônima. Ressaltamos que não houve qualquer prisão. Os valores, bem como os bens móveis e imóveis vinculados a ele, possuem origem absolutamente lícita”, diz o comunicado.

Os advogados destacaram ainda a trajetória de mais de 30 anos do delegado na Polícia Civil de São Paulo, sem registros de irregularidades anteriores.

ONDE TUDO COMEÇOU

Delator do PCC é executado no Aeroporto Internacional de Guarulhos

Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, delatou à Justiça esquema dos policiais corruptos e negócios do PCC. Apesar de andar com 4 seguranças, foi morto com 27 tiros.

Delator do PCC é executado no Aeroporto Internacional de Guarulhos

Antonio Vinicius Lopes Gritzbach,delatou à Justiça esquema dos policiais corruptos e negócios do PCC. Apesar de andar com 4 seguranças, foi morto com 27 tiros.

10.11.24

                                                                                                                                 
Fato:

Como um filme de gangster na Netfix, dois homens desceram de um VW Gol preto, que foi encontrado pela polícia,na propria cidade de Guarulhos, abandonado, logo depois, e se dirigiram a saída do Terminal 2 do aeroporto de Guarulhos, tendo como único objetivo, executar , o alvo: o traídor e cagueta,o empresário Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, delator em investigação sobre lavagem de dinheiro do PCC e esquema de corrupção na polícia civil e militar.
Segundo relatos só o empresário acabou morto, sua namorada nada sofreu, e mais dois motoristas de aplicativo e uma passageira que desembarcava, naquele momento, de outro voo ficaram feridos, sem gravidade.
O empresário voltava de viagem a Goiás com a namorada quando foi atacado a tiros. No momento da execução sumária, os seus seguranças particulares,(4 quatro, policiais) não se encontravam no local. Em depoimento à policia, os seguranças falaram que estavam a caminho do aeroporto com o filho do empresário, mas que tiveram um problema no carro e chegaram atrasados.

O corretor de imóveis havia conhecido membros da facção quando exercia a profissão , entre 2014 e 2018, no bairro do Tatuapé, zona leste da capital. À época além de vender imóveis também negociava bitcoins.
Acabou se tornando pivô de uma guerra interna da facção ao ser acusado de encomendar a morte de Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, e do segurança dele.
O corretor de imóveis, o empresário Antonio, ja havia prestado seis depoimentos à justiça e fechou acordo de delação premiada.
Em sua delação à justiça falou sobre a morte de lideranças da facção e o envolvimento com o futebol, na compra de imóveis e sobre corrupção policial.
Na véspera do Natal de 2023, foi alvo de um atentado, com um tiro de fuzil disparado contra a janela do seu apartamento, no bairro da zona leste, do Tatuapé.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), especializado em crimes contra a pessoa, está investigando o caso, e tramita nas mãos da competente Delegada e Diretora do DHPP, Dra Ivalda Aleixo.

A diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, afirmou, em entrevista a TV Bandeirantes,  que Vinícius pode ter sido executado porque “sabia muito sobre o PCC”. 

” Ele estava sendo exposto e vinha sendo ameaçado. Nas duas vezes que falamos com o Vinícius, ele dizia que acreditava que era alvo de integrantes do PCC. Ele agiu lavando dinheiro para o PCC”, relatou.

“Ele sabia muita coisa do PCC e de lavagem de dinheiro, sabia de informações sobre onde estavam colocando esse dinheiro”, completou.

“Ivalda esclarece que, de acordo com testemunhas, havia quatro criminosos dentro do veículo de onde partiram os tiros que atingiram Gritzbach”.

 

 

 

 

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