Mais um escândalo nas Policias de SP;
agora sequestraram um espanhol no Bairro do Ipiranga-SP e tomaram 50 milhões de dólares.
Sequestro do empresário espanhol Rodrigo Pérez Aristizábal, de 25 anos, choca o Brasil
Centro de SP, 01.04.25

O caso do sequestro do empresário espanhol Rodrigo Pérez Aristizábal, de 25 anos, em São Paulo, chocou o Brasil recentemente. Ele foi sequestrado no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade, por dois homens que usavam uniformes da Polícia Civil e dirigiam uma caminhonete com adesivos oficiais.
Rodrigo foi levado para um cativeiro em Mogi das Cruzes, onde foi mantido sob sedativos e extorquido pelos sequestradores. Durante o período em que esteve em cativeiro, ele relatou ter perdido cerca de 50 milhões de dólares em criptomoedas. A vítima conseguiu escapar ao colocar um sedativo na bebida de um dos sequestradores, aproveitando o momento para fugir e buscar ajuda em um restaurante próximo.
A Polícia Militar foi acionada e prendeu um dos sequestradores, um policial militar aposentado, em flagrante. No local do cativeiro, foram encontrados uma espingarda calibre 12, munições, cordas e algemas. A Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) está investigando o caso, que também envolve outros suspeitos, incluindo a namorada da vítima.
Sequestro do Empresário Espanhol Rodrigo Pérez Aristizábal: Uma Linha do Tempo Completa
O caso do sequestro do empresário espanhol Rodrigo Pérez Aristizábal, de 25 anos, em São Paulo, trouxe à tona questões de segurança pública e corrupção policial.
24 de Março de 2025: O Sequestro
Rodrigo foi abordado no bairro do Ipiranga, em São Paulo, por dois homens vestidos com uniformes falsos da Polícia Civil. Eles alegaram que ele era procurado pela Interpol, algemaram-no e o forçaram a entrar em uma caminhonete com insígnias oficiais. Ele foi levado para um cativeiro em Biritiba-Ussú, Mogi das Cruzes.
Cativeiro e Extorsão
No cativeiro, Rodrigo foi mantido sob sedativos e coagido a transferir cerca de 50 milhões de dólares em criptomoedas para os sequestradores. A transferência foi feita para carteiras digitais controladas pelos criminosos, utilizando a tecnologia blockchain.
Eles usaram ameaças e mantiveram a vítima sob sedativos para garantir que ele obedecesse às ordens. A transferência foi feita diretamente para carteiras digitais controladas pelos criminosos, o que dificultou o rastreamento imediato dos fundos.
A quantia desviada equivale a aproximadamente 287 milhões de reais, dependendo da cotação atual.
A transferência de criptomoedas geralmente envolve o uso de carteiras digitais e blockchain. Rodrigo foi obrigado a enviar os fundos para endereços de carteira digital fornecidos pelos sequestradores. Esse processo inclui:
- Endereço da carteira: O sequestrador fornece um endereço único para onde as criptomoedas devem ser enviadas.
- Chave privada: Rodrigo usou sua chave privada para autorizar a transação, garantindo que ele era o dono dos fundos.
- Blockchain: A transação foi registrada na blockchain, que é um livro público digital que rastreia todas as transferências de criptomoedas.
29 de Março de 2025: A Fuga
Rodrigo conseguiu escapar ao colocar um sedativo na bebida de um dos sequestradores. Ele fugiu do cativeiro e buscou ajuda em um restaurante próximo, onde acionou a Polícia Militar. Ronaldo da Cruz Batista foi preso no local.
Investigações
O caso está sendo investigado pela Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil e da Polícia Federal. Além disso, Rodrigo está sendo investigado por crimes financeiros no Paraguai e no Equador, mas não há provas concretas contra ele até o momento.
Os Envolvidos
Ao todo, sete pessoas estão envolvidas no crime, incluindo os policiais e Luana.
Ronaldo da C.B, policial militar aposentado, foi preso em flagrante no local do cativeiro;
Um policial civil, cuja identidade é mantida em sigilo;
Um segundo policial civil que está foragido;
Luana Bektas Lopes, namorada do Rodrigo
Ao todo, até esse momento 7 pessoas estão envolvidas com o crime.
Impacto e Repercussão
O caso levantou preocupações sobre a integridade de agentes da lei e a segurança pública. A Secretaria de Segurança Pública afirmou que não tolera desvios de conduta e que os responsáveis serão punidos exemplarmente.
Colaboração IA

