VERGONHA NACIONAL : CPMI do INSS fracassa e rejeita relatório que pedia indiciamento de Lulinha e ex-ministros
Comissão termina sem parecer final após votação tensa; investigação acaba esvaziada e gera reação política
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Sexta-feira, 28 de Março de 2026
Por Mário Marcovicchio

A CPMI do INSS rejeitou, por 19 votos a 12, o relatório final que pedia o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e ex-ministros. A votação ocorreu após meses de investigação sobre fraudes em descontos de aposentadorias e pensões. Sem consenso político, a comissão foi encerrada sem um relatório oficial aprovado.
O relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”
A sessão da Comissão começou às 9h44 desta sexta-feira (27) e foi encerrada às 01h14 deste sábado.
⚖️ O que dizia o relatório rejeitado
O parecer apresentado pelo relator trazia um dos maiores pacotes de indiciamentos já vistos em uma comissão parlamentar:
- Mais de 200 investigados
- Crimes como:
- Organização criminosa
- Lavagem de dinheiro
- Estelionato
- Fraude eletrônica
- Envolvimento de agentes públicos e empresários
O documento apontava um esquema estruturado de descontos indevidos em benefícios previdenciários.
A disputa política travou a CPMI
A votação escancarou o racha político dentro da comissão.
Parlamentares da base governista atuaram para derrubar o relatório. Após a rejeição, houve tentativa de apresentar um texto alternativo — que não foi votado.
Com o prazo encerrado e sem acordo, a CPMI terminou sem conclusão formal.
“Quando uma CPI termina sem relatório, quem perde é a sociedade.”
Investigação termina sem resultado prático
Mesmo após meses de trabalho, com quebras de sigilo e dezenas de oitivas, a comissão encerrou suas atividades sem um posicionamento oficial.
Na prática:
- Não houve relatório aprovado
- Não houve encaminhamento institucional unificado
- As conclusões ficaram fragmentadas
EDITORIAL 360° — Mário Marcovicchio
O que vimos foi mais do que o fim de uma CPMI.
Foi a prova de que, quando a investigação se aproxima de áreas sensíveis, o sistema trava.
“Quando uma investigação termina sem conclusão, não é a política que vence — é a dúvida que se instala.”
A sociedade não acompanha bastidores.
Ela quer resultado.
E o resultado foi:
nenhuma resposta definitiva
Isso gera:
- Desconfiança
- Sensação de impunidade
- Enfraquecimento institucional
CONCLUSÃO
A CPMI terminou.
Mas deixou uma pergunta aberta:
por que investigar, se no final não há conclusão?
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