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NOVO CAMINHO! Estudo da USP e HC liga Parkinson ao INTESTINO e pode abrir portas para novos tratamentos!

Um artigo científico com a participação de pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e do Hospital das Clínicas aponta uma conexão entre a microbiota intestinal (as bactérias que vivem no nosso intestino) e a doença. Essa descoberta pode abrir caminho para novas terapias, como o transplante de microbiota fecal (TMF), que surge como uma esperança para estacionar a progressão da doença!


Do Intestino ao Cérebro: Onde o Parkinson Começa?

Por décadas, acreditou-se que o Parkinson era uma doença que começava no cérebro, com problemas motores como tremores e rigidez. Mas agora, a ciência tem uma nova hipótese!

  • O Parkinson no Intestino: A neurologista Jacy Bezerra Parmera, do Hospital das Clínicas e da FM-USP, explica que a doença pode começar no intestino! Cerca de 90% dos pacientes com Parkinson sofrem de constipação e outros problemas gastrointestinais, e esses sintomas muitas vezes aparecem antes dos problemas motores.
  • A Proteína Alfa-Sinucleína: Uma proteína chamada alfa-sinucleína, quando mal agregada, está associada ao Parkinson. E essa proteína também é encontrada no intestino! Acredita-se que a sua hiperprodução possa estar relacionada a alterações da microbiota intestinal, e que "renovando a microbiota intestinal, poderia diminuir a hiperprodução dessa proteína alterada”, explica a especialista.

Transplante de Microbiota Fecal: Uma Esperança!

 

O transplante de microbiota fecal (TMF) é um tratamento que busca restaurar o equilíbrio intestinal, transferindo fezes de uma pessoa saudável para o intestino de um paciente. Esse tipo de ensaio clínico (estudo com pacientes) já está em andamento na Bélgica, em fase inicial.

  • Tratamento Modificador: Jacy reforça que ainda são necessárias mais evidências para comprovar se esse método pode se tornar um "tratamento modificador" da doença, ou seja, capaz de interromper sua progressão, e não apenas aliviar os sintomas.
  • Qualidade de Vida: Apesar da falta de um tratamento que estacione a doença, a medicina já oferece tratamentos medicamentosos que conseguem conter os sintomas por décadas, além de terapias como a estimulação cerebral profunda para casos mais avançados.

 


A pesquisa da USP é um passo importante para que a ciência possa entender melhor a doença de Parkinson e encontrar novos e mais eficazes tratamentos! "É importante a gente entender e diminuir o estigma da doença de Parkinson, no sentido de que, às vezes, as pessoas recebem o diagnóstico e acham que não vão ter tratamento, que não vão conseguir mais trabalhar, o que não é verdade”, finaliza Jacy Bezerra Parmera.


 

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