O Brasil está prestes a entrar em uma nova era na gestão de resíduos e na produção de energia limpa! Uma usina pioneira na América Latina e no Brasil, a Unidade de Recuperação Energética (URE) Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, deve começar a operar no primeiro trimestre de 2027! A URE Barueri utilizará a tecnologia Waste-to-Energy (WtE) para queimar, de forma controlada, resíduos sólidos urbanos (RSU) e gerar eletricidade para 75 mil casas por ano!
Do Lixo ao MW: A Tecnologia de Ponta!

A URE Barueri, viabilizada por meio de parceria entre o Grupo Orizon e a Sabesp, é uma solução de saneamento com geração de energia elétrica.
- Tratamento Térmico: O processo utiliza o tratamento térmico em mass burn, que consiste em incinerar RSU em temperaturas acima de 850 ºC! Sistemas avançados de filtragem garantem a segurança e a operação alinhada a padrões internacionais.
- Energia Despachável: O empreendimento terá capacidade instalada de 20 MW, com exportação de 16 MW médios de forma estável. Para o diretor de Engenharia do Grupo Orizon, Jorge Elias, essa estabilidade é crucial: “A geração a partir de resíduos sólidos urbanos é despachável, programável e previsível”, ao contrário de fontes intermitentes como a solar e a eólica.
- Redução de Lixo: Com a URE Barueri, até 870 toneladas de resíduos sólidos urbanos poderão ser processados adequadamente por dia, reduzindo drasticamente o volume de lixo em aterros sanitários e o tráfego de caminhões!
O Salto para a Economia Circular no Brasil!

O modelo WtE já é líder na China (que incinera 1 milhão de toneladas de resíduos por dia) e na Europa (onde as usinas tratam mais de 100 milhões de toneladas de RSU por ano). O Brasil, com a URE Barueri, marca o início de sua trajetória no setor.
- Mitigação de GEE: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren) estima que a expansão dessas usinas no Brasil pode evitar até 86 milhões de toneladas de CO₂ equivalente por ano, contribuindo diretamente para o Acordo de Paris!
- Combate ao Metano: As UREs têm papel decisivo na mitigação das emissões de gases de efeito estufa (GEE), sobretudo do metano liberado pela decomposição de resíduos em aterros!
- Desafio Regulatório: O maior entrave para a expansão do modelo no Brasil está na falta de um marco regulatório que viabilize a compra da energia gerada por UREs, o que exige a aprovação de projetos de lei como o PNRE (PL 924/2022) e o Metano Zero (PL 3.311/2025).
Professor da Unesp, José Antônio Perrella Balestieri, defende o modelo: “As centrais térmicas WtE são atualmente uma alternativa importante para a gestão dos resíduos sólidos urbanos”. O investimento previsto no setor até 2040 pode ultrapassar R$ 50 bilhões, com impacto direto na geração de renda, inovação tecnológica e fortalecimento da indústria nacional.
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